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dc.contributor.authorRamalho, André
dc.contributor.authorPetrica, João
dc.contributor.authorRosado, António
dc.contributor.editorEdiciones Universidad de Valladolid
dc.date.accessioned2019-01-09T14:44:11Z
dc.date.available2019-01-09T14:44:11Z
dc.date.issued2018
dc.identifier.citationÁgora para la Educación Física y el Deporte; Vol. 20 Núm. 2-3 (2018): Mayo-diciembre pags. 162-181
dc.identifier.issn1989-7200
dc.identifier.urihttp://uvadoc.uva.es/handle/10324/33871
dc.description.abstractNesta revisão, analisamos a literatura atualizada para identificar as suas lacunas e desenvolver recomendações de futuras investigações acerca do tempo sedentário e o envelhecimento saudável. A revisão abrangeu os seguintes tópicos: (1) clarificar as definições operacionais do tempo sedentário utilizadas no contexto da investigação em saúde psicossocial com os idosos; (2) resumir as evidências acerca da relação entre o tempo sedentário e a saúde psicossocial da população idosa e (3) apresentar as evidências empíricas acerca dos determinantes psicossociais do tempo sedentário dos idosos. Foi desenvolvida uma estratégia de pesquisa de literatura revista por pares. Os resultados mostram que os estudos utilizam diferentes definições operacionais de tempo sedentário, dificultando a progressão da investigação neste campo. As evidências indicam que o tempo sedentário pode contribuir para a deterioração do bem-estar psicossocial da população idosa; mas os resultados também mostram que o tempo sedentário pode ser benéfico para a saúde psicossocial. No que respeita aos determinantes psicossociais do tempo sedentário dos idosos, as evidências ainda são escassas, sendo necessário mais investigação. El exceso de tiempo sedentario constituye un importante factor de riesgo para la salud biopsicosocial de los ancianos. En esta revisión, analizamos la literatura actualizada para identificar sus lagunas y desarrollar recomendaciones de futuras investigaciones acerca del tiempo sedentario y el envejecimiento saludable. El examen abarcó los siguientes temas: (1) aclarar las definiciones operacionales de tiempo sedentario que se utilizan en el contexto de la investigación sobre la salud psicosocial de los ancianos; (2) resumir las evidencias acerca de la relación entre el tiempo sedentario y la salud psicosocial de la población anciana y (3) presentar las evidencias empíricas acerca de los determinantes psicosociales del tiempo sedentario de los ancianos. Se desarrolló una estrategia de pesquisa de literatura revisada por pares. Los resultados muestran que los estudios utilizan diferentes definiciones operativas de tiempo sedentario, dificultando la progresión de la investigación en este campo. Las evidencias indican que el tiempo sedentario puede contribuir al deterioro del bienestar psicosocial de la población anciana; sin embargo, también muestran que el tiempo sedentario puede ser beneficioso para la salud psicosocial. Respeto a los determinantes psicosociales del tiempo sedentario de los ancianos, las evidencias todavía son escasas, siendo necesaria más investigación.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isospa
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.sourceÁgora para la Educación Física y el Deporte
dc.titleTempo sedentário e dimensões psicossociais nos idosos: revisão acerca da medição, associações com a saúde e determinantes
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.24197/aefd.2-3.2018.162-181
dc.relation.publisherversionhttps://revistas.uva.es/index.php/agora/article/view/2450
dc.identifier.publicationfirstpage162
dc.identifier.publicationissue2-3
dc.identifier.publicationlastpage181
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International


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