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| dc.contributor.author | Pereira, Carlos | |
| dc.contributor.author | Arruda, Ana Margarida | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-26T08:56:50Z | |
| dc.date.available | 2025-09-26T08:56:50Z | |
| dc.date.issued | 2015 | |
| dc.identifier.citation | Revista Portuguesa de Arqueologia, 2015, 18, p. 181-194 | es |
| dc.identifier.uri | https://uvadoc.uva.es/handle/10324/78120 | |
| dc.description.abstract | Durante os trabalhos de acompanhamento da obra de restauro e requalificação do Forte de São Sebastião, em Castro Marim, foi identificado, em 2007, um sítio arqueológico que apresenta particularidades que permitem discutir a sua funcionalidade. Trata-se do Enterreiro, implantado à cota 0, na margem do Esteiro da Lezíria, braço do Guadiana. Um conjunto significativo de materiais arqueológicos foi recolhido na água salgada que enche as salinas que existem neste local, alguns dos quais apresentam um excelente estado de conservação, parecendo encontrar-se in situ. A localização, a implantação e a boa preservação de parte do espólio podem indicar a existência de uma área portuária, que os materiais indicam ter estado em funcionamento, sobretudo, na segunda metade do século I. Este presumível fundeadouro não pode assim relacionar-se com a ocupação humana do cabeço onde se encontra o forte seiscentista, mas sim com aquela que se detetou na colina do Castelo. | es |
| dc.format.mimetype | application/pdf | es |
| dc.language.iso | por | es |
| dc.rights.accessRights | info:eu-repo/semantics/openAccess | es |
| dc.title | O sítio arqueológico do Enterreiro, Castro Marim | es |
| dc.type | info:eu-repo/semantics/article | es |
| dc.peerreviewed | SI | es |
| dc.type.hasVersion | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | es |




