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dc.contributor.authorPereira, Carlos
dc.date.accessioned2025-09-26T09:00:41Z
dc.date.available2025-09-26T09:00:41Z
dc.date.issued2012
dc.identifier.citationRevista Portuguesa de Arqueologia, 2012, 15, 155-179es
dc.identifier.urihttps://uvadoc.uva.es/handle/10324/78122
dc.description.abstractSUMO Com este trabalho, apresentamos novos dados de um sítio que, embora já do conhecimento da comunidade científica, tem dado mostras de um enorme potencial arqueológico. As quase três centenas de artefactos que agora se apresentam — produtos manufacturados de variadas proveniências — deixam transparecer uma comunidade de relativo poder aquisitivo Mas se as cerâmicas, vidros e metais nos dão uma mostra dos gostos e consumos das gentes que viveram no sítio romano do Vidigal entre os séculos I e V d.C., falta conhecer qual a economia que sustentava este aglomerado. Avançamos com algumas propostas que, sem que haja trabalhos de escavação seguidos de um estudo rigoroso, não poderão ser confirmadas. Sem tais trabalhos, não parece possível avançar no conhecimento deste importante sítio arqueológico.es
dc.format.mimetypeapplication/pdfes
dc.language.isopores
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesses
dc.titleO sítio romano do Vidigal, Aljezures
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/articlees
dc.peerreviewedSIes
dc.type.hasVersioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersiones


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