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<mods:identifier type="citation">Iglesias, Iván. "O oficial e o oficioso: repensar a censura através da música popular na Espanha do primeiro franquismo (1939‑1959)", en Rita Luís e Adalberto Fernandes (eds.), Censura: o que nos falta perguntar?. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa, 2025, pp. 265-297.</mods:identifier>
<mods:identifier type="isbn">978‑989‑8956‑58‑3</mods:identifier>
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<mods:abstract>Na Espanha de Franco, a censura afetou a criação, a difusão e o consumo da música popular, indo além dos seus autores, de forma imprevisível e duradoura. Os estudos sobre o assunto têm‑se centrado nos limites oficialmente impostos à liberdade de expressão durante o chamado «segundo franquismo» (1959‑1975), uma vez que até então&#xd;
não existia legislação específica sobre registos musicais. No entanto, a censura musical foi muito mais férrea na primeira fase da ditadura, quando as restrições eram menos sistematizadas e se deviam a preceitos ou hábitos pouco regulamentados e a redes complexas e dissimuladas. Neste artigo adoto uma perspetiva etnográfica que evita&#xd;
reificar a censura nas ditaduras como monolítica e, ao mesmo tempo, torná‑la&#xd;
tão recôndita quanto previsível. Para o efeito, considero algumas abordagens da New Censorship Theory através do conceito do "oficioso", proposto por Pierre Bourdieu e desenvolvido por Luc Boltanski, a fim de considerar as proibições e subversões silenciadas pelo arquivo.</mods:abstract>
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<mods:title>O oficial e o oficioso: repensar a censura através da música popular na Espanha do primeiro franquismo (1939‑1959)</mods:title>
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